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quinta-feira, março 31, 2016

Cientistas desvendam estrutura do zika, passo fundamental para o combate ao vírus Pela primeira vez, pesquisadores fazem o "retrato completo" do vírus zika, mostrando que ele é bastante parecido com a dengue. Descoberta pode ajudar a prevenir e tratar infecções

Pela primeira vez, pesquisadores americanos conseguiram revelar a estrutura exata do zika, um passo fundamental para o combate ao vírus que está associado ao surto de microcefalia em recém-nascidos no Brasil. De acordo com estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, a estrutura do zika é muito parecida com a de outros microrganismos da família Flavivírus (à qual pertencem zika, dengue e febre amarela). Ele é bastante semelhante à dengue, mas apresenta pequenas diferenças em uma região que, no vírus da dengue, facilita a ligação aos anticorpos e aos receptores do organismo humano. Segundo os cientistas, isso pode explicar as características incomuns para a entrada do vírus zika nas células e o desenvolvimento da doença.
O desconhecimento em relação à estrutura e aos mecanismos de ação do vírus é um grande entrave para combater a epidemia de zika. O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, e dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), deve ser utilizado por cientistas de todo o globo para a criação de tratamentos, vacinas e para o exame de diagnóstico do vírus - até o momento, a única maneira de saber se alguém teve zika é pelos testes de biologia molecular (PCR), que detecta o vírus só até cinco dias depois do início dos sintomas.
"Essa estrutura oferece um mapa que mostra quais regiões do vírus têm potencial para serem alvo de tratamentos terapêuticos, quais podem ser usadas para a criação de uma vacina efetiva ou para melhorar nossa habilidade para diagnosticar e distinguir a infecção do zika de outras causadas por vírus semelhantes", afirmou Richard Kuhn, da Universidade Purdue e um dos um dos autores do estudo. "Determinar a estrutura é um avanço imenso em nosso conhecimento do zika, um vírus sobre o qual pouco se sabe."
'Retrato' do zika - Para determinar a estrutura do vírus, os cientistas analisaram uma cepa do vírus isolada de um paciente infectado durante a epidemia na Polinésia Francesa, entre 2013 e 2014. O "retrato" do microrganismo, feito por meio de uma técnica chamada microscopia crio-eletrônica, que revela detalhes próximos ao nível atômico, mostrou que o zika é formado por uma molécula de RNA recoberta por uma membrana repleta de lipídios e envolvida por uma estrutura de glicoproteínas em forma de um icosaedro (figura tridimensional de 20 faces). Essas glicoproteínas são diferentes em todos os flavivírus e, em cada um deles, têm papel essencial na ligação às células humanas.
Segundo os cientistas, a superfície do vírus zika tem uma protuberância única, feita por uma molécula de carboidrato formada por diferentes açúcares. De acordo com estudo de outros flavivírus, é essa molécula que deve ser reconhecida por uma célula humana (o receptor) para que o vírus possa entrar em seu interior, infectando-a. Identificar exatamente como ocorre essa ligação e quais são as variações na superfície de glicoproteínas poderia explicar a capacidade do vírus para atacar células nervosas e também para causar síndrome de Guillain-Barré.
"A maior parte dos vírus não invade o sistema nervoso ou o feto em desenvolvimento devido a barreiras do organismo, mas a associação com a má-formação cerebral de recém-nascidos sugere que o zika atravessa essas barreiras. Ainda não está claro como o vírus ganha acesso a essas células e as infecta, mas essas áreas que apresentam diferenças fundamentais podem estar envolvidas. Elas são cruciais e devem ser investigadas a fundo", disse Devika Sirohi, um dos autores do estudo.
Os detalhes do funcionamento dessas proteínas e açúcares deve ser o alvo de pesquisas futuras. "Se essa região funcionar da mesma maneira que na dengue, ela pode ser um excelente alvo para um composto antiviral", disse Michael Rossman, um dos autores do estudo. "Se esse for o caso, talvez um inibidor possa ser desenvolvido para bloquear essa função e impedir o vírus de se ligar a células humanas e infectá-las."


Em meio a surto de zika, governo quer entregar Ministério da Saúde para... engenheiro civil Para se livrar do impeachment, presidente Dilma distribui cargos a aliados sem qualificações necessárias. Confira outros nomes

Correndo contra o tempo para recompor suas bases e sobreviver ao processo de impeachment, o governo da presidente Dilma Rousseff coloca à mesa seus principais ministérios, e o critério para a escolha dos nomes deixa de lado as atribuições técnicas para cada pasta para priorizar os votos favoráveis à petista na Câmara dos Deputados. Em ano de surto de zika vírus, por exemplo, o Planalto decidiu convidar para o comandar o Ministério da Saúde o deputado Ricardo Barros (PP-PR), um conhecido articulador político que não carrega em seu currículo nenhum conhecimento na área médica.
Formado em engenharia civil, Barros ganhou maior protagonismo na Câmara no ano passado ao assumir o papel de escudeiro do governo na função de relator do Orçamento. Na ocasião, ele saiu em defesa da retomada da CPMF, o imposto do cheque, um dos principais pleitos do Planalto para recuperar a economia, e deu aval à mudança da meta fiscal.
O PP, partido de Barros, tem 49 deputados e sofre dura pressão de correligionários para abandonar a aliança com o Planalto. Em reunião nesta quarta-feira, a cúpula da legenda decidiu agendar para meados de abril a data da convenção para discutir o desembarque. O governo, que precisa de 172 votos para fugir do impeachment, tenta conter o movimento oferecendo um dos mais robustos cargos na Esplanada dos Ministérios.
Se confirmado no posto, o parlamentar será o único ministro da Saúde desde o governo Lula a assumir o cargo sem ter a mínima experiência médica. À exceção de José Agenor Álvares da Silva, que é bioquímico e sanitarista e esteve à frente da Saúde entre 2006 e 2007, desde 2003 todos os titulares da pasta foram formados em medicina.
Em sua página pessoal, o cotado a ministro da Saúde destaca em seu currículo, além da graduação em engenharia civil, a experiência como prefeito de Maringá, entre 1989 e 1993, e a apresentação de projetos ligados à educação.
Varejo - Terceira maior bancada na Câmara, o PP já comanda o Ministério da Integração. O ministro, porém, deve ser alterado: sairá Gilberto Occhi para assumir o deputado Cacá Leão, filho do vice-governador da Bahia, João Leão, aliado do ministro Jaques Wagner (Casa Civil). Occhi, por outro lado, não ficará a ver navios: a presidência da Caixa Econômica Federal foi oferecida ao pepista.
No dominó de loteamento de cargos, o PR, hoje à frente do Ministério dos Transportes, pode ser beneficiado com o Ministério de Minas e Energia ou com o da Agricultura. É cotado para o posto o líder da legenda na Câmara, deputado Maurício Quintella (AL).
O PSD, que comanda o Ministério das Cidades, também pode ganhar mais espaço na Esplanada. A legenda discute a possibilidade de assumir o Ministério do Turismo - que também está sendo disputado pelo PRB. O partido ligado à Igreja Universal entregou o Ministério do Esporte e anunciou o rompimento com Dilma, mas, nos bastidores, negocia o apoio à presidente Dilma em troca de cargos. A legenda ainda pode receber, de tabela, a Embratur.
Até o nanico PTN está na lista de distribuição do Planalto e deve levar o comando da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). O PROS, que teve uma passagem relâmpago no Ministério do Esporte após George Hilton migrar para a legenda, também está em negociação e espera ser retribuído pelo governo após a derrubada de Hilton. Todas mudanças estão sendo feitas após o PMDB romper a aliança com a presidente Dilma Rousseff e colocar à disposição, apesar da resistência dos ministros, sete pastas na Esplanada.
Nesta quinta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ironizou a barganha feita pelo governo para fugir do processo de impeachment. "É liquidação de fim de governo. É o feirão do petrolão", disse.

Sabadão tem Camaleão!!


#AssuCamaleao #Potiguar2016 #Estadual2016

Lulapalooza: ato tem público menor, shows, caravanas e fardos de arroz

Lulapalooza: foto tirada do 28º andar da Câmara mostra vazios em frente ao Congresso

A inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal informou a direção-geral da Câmara que o ato em defesa do governo reuniu em Brasília entre 12 mil e 15 mil pessoas em frente ao Congresso.
Lula cancelou o discurso que faria.
Dos 546 ônibus que receberam autorização para entrar na cidade, apenas 334 foram efetivamente. Ou seja: os manifestantes de fora da capital eram estimados em 16 700, ante os 23 700 esperados.
A PM relatou que, nos ônibus, havia grande quantidade de comida embarcada — fardos e fardos de arroz, por exemplo. Isso fez com que a inteligência relatasse a possibilidade de os manifestantes acamparem por vários dias em frente ao Congresso.
Na parte “artística” do ato, a organização distribuiu uma programação digna de um festival cultural — que poderia bem ser batizado de “Lulapalooza”. Na lista de cantores se destaca o pernambucano Otto. Chama a atenção a presença de um João Santana, homônimo do marqueteiro de Lula e Dilma Rousseff preso em Curitiba.
A lista de mais de 70 atrações inclui ainda grupos, instrumentistas, palhaços, drag queens, capoeiristas, grupos de poesia, rappers, DJs e comunidades de terreiros. Há vários nomes alusivos ao momento político, como Sarau Radicais Livres, grupo Sabor de Cuba e o Samba da Resistência.


Exclusivo: Gerente da Petrobras conta a VEJA que mandou avisar Dilma da compra superfaturada de Pasadena De 2003 a 2005, Otávio Pessoa Cintra ocupou o cargo de gerente da Petrobras América, no Texas, EUA. Ali, ele teve contato com o escândalo que está na origem de tudo e garante que avisou seus superiores na ocasião. "Tomei conhecimento em 2014 que Dilma sabia de tudo"

Sua identidade nunca foi revelada, mas ele está no melhor lado da Lava Jato. Como informante, ajudou a Polícia Federal a dar os primeiros passos para desvendar o esquema de corrupção na Petrobras. Seu nome é Otávio Pessoa Cintra. Ele é engenheiro, tem 55 anos e é funcionário da estatal há 30 anos. De 2003 a 2005, Cintra ocupou o cargo de gerente da Petrobras América, braço da estatal no exterior, com sede em Houston, no Texas, Estados Unidos. Ali, ele teve contato com o escândalo que está na origem de tudo: a compra, altamente superfaturada, da refinaria de Pasadena, também em Houston. Em entrevista a VEJA, Cintra garante: "Pasadena era um projeto secreto". A história de Cintra mostra como um funcionário da estatal teve acesso a informações comprometedoras e tentou, sem sucesso, alertar seus superiores para o que estava acontecendo. Ele conta que mandou recado para a então ministra Dilma Rousseff na época. E soube, há dois anos, que seu recado chegou à destinatária. "Tomei conhecimento em 2014 que Dilma sabia de tudo."
O engenheiro conta que, no segundo semestre de 2005, já exasperado com as tentativas frustradas de denunciar a roubalheira na Petrobras, procurou o deputado Jorge Bittar, do PT do Rio de Janeiro, então influente na ala ética do partido. Na época, a Petrobras estava sob a presidência de José Sérgio Gabrielli. Cintra contou ao deputado o que sabia, deu detalhes do rombo de Pasadena e pediu que o assunto fosse levado a Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Em 2014, encontrou Paulo César de Araújo, o assessor que intermediara seu encontro com Bittar, e quis saber o destino de sua denúncia de nove anos atrás. A resposta que ouviu: "O Bittar levou o assunto ao Gabrielli e ao Gabinete Civil da Presidência da República". Depois desse diálogo, Cintra ficou certo de que Dilma foi informada do que se passava na Petrobras mas não tomou atitude alguma.
Otávio Cintra começou a auxiliar a Polícia Federal em 28 de abril de 2014. Prestou um depoimento formal no qual detalhou o que sabia sobre Pesadena, sobre operações ilegais envolvendo a compra de blocos de exploração de petróleo em Angola e casos de superfaturamento, além de citar nomes de funcionários que, mais tarde, se tornariam estrelas do escândalo, como o ex-diretor Nestor Cerveró, e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Suas revelações foram registradas num documento de dezessete páginas, anexado ao processo da Lava Jato. A identidade do informante, no entanto, ficou sob segredo até agora.
Depois de prestar seu depoimento sigiloso à Polícia Federal, Cintra ainda tentou levar o assunto adiante. Procurou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que encaminhou o engenheiro ao deputado Antônio Imbassahy, então membro da CPI da Petrobras. Imbassahy tentou convocar Cintra para depor formalmente na CPI, ocasião em que poderia denunciar publicamente tudo o que sabia. O requerimento de sua convocação nunca foi votado. A seguir, os principais trechos de sua entrevista a VEJA:
"PROJETO SECRETO"
Como o senhor ficou sabendo da compra de Pasadena pela Petrobras? Eu era commercial manager da Petrobras América. Estava em 2005 nos Estados Unidos e vi essa movimentação das pessoas fazendo viagens pelos EUA, passavam pela Petrobras America. E nós, o comercial da companhia, não éramos ouvidos sobre o negócio. Tínhamos que ser ouvidos. E por que isso não acontecia? Porque Pasadena era um "projeto secreto" . Por isso não envolvia a gente. Vi que estavam comprando Pasadena quase clandestinamente.
Na época, como gerente, o senhor não fez nada para impedir o golpe? Ainda em 2005, fui ao presidente da Petrobras America, o Renato Bertani, meu chefe. Disse a ele que não fazia sentido comprar Pasadena, ainda mais por aquele preço absurdo. A Petrobras tinha acabado de recusar a compra de toda a refinaria de Pasadena por 30 milhões de dólares e, naquela, eles estavam comprando a metade da mesma refinaria por 360 milhões de dólares, sem consultar ninguém. Era óbvio que havia algo por trás daquilo.
O problema estava no preço e no modo com que a operação estava sendo feita? A compra de Pasadena tinha que necessariamente passar pela Petrobras América. Eu era o gerente comercial da Petrobras América e estava presenciando a movimentação para a compra de uma refinaria que antes não estava nos planos estratégicos da empresa. Cabia a nós o contato sobre as oportunidades para a empresa. Em duas outras oportunidades anteriores, nós fomos consultados. Pasadena era uma empresa familiar, as margens eram baixas, não tinha crédito no mercado. Ela não podia comprar petróleo. Imagina uma padaria que não podia comprar farinha de trigo, que não podia fazer pão. E essa era apenas uma das muitas operações estranhas que ainda estavam por vir.
"A DILMA E O GABRIELLI SABIAM"
O senhor alertou seus superiores sobre as irregularidades na compra de Pasadena? No segundo semestre de 2005, tive um encontro com o deputado Jorge Bittar. Eu falei: "Deputado, tem irregularidade na compra de Pasadena. Meia dúzia de suspeitos estão envolvidos nessa negociação". Quem intermediou o encontro no gabinete do deputado, no Edifício Di Paoli, no Rio, foi meu amigo, o Paulo César Araújo, que trabalhava com o Bittar. O Bittar, então, levou o assunto à ministra da Casa Civil da Presidência da República e ao presidente a Petrobras, Sérgio Gabrielli.
Como é que o senhor sabe que a então ministra Dilma foi alertada? O Paulo César, assessor do Bittar, me confirmou. Quando estourou a Operação Lava Jato, tivemos outro encontro, em 2014, no mesmo Edifício Di Paoli. O Paulo falou: "O pior é que sua denúncia foi levada à Casa Civil e ao Gabrielli". A Dilma e o Gabrielli sabiam. O Bittar foi à Casa Civil e ao Gabrielli. Eu só tomei conhecimento agora em 2014 que a Dilma sabia de tudo.
"PETROBRASSSS..."
O senhor fez alguma outra incursão na tentativa de denunciar o que estava acontecendo na empresa? Depois que o presidente Lula já tinha terminado o mandato, me encontrei com ele no Chile, onde também fui gerente. Em uma cerimônia, salvo engano em 2013, um representante do Itamaraty me colocou sentado ao lado dele, e me apresentou como funcionário da Petrobras. Pensei em aproveitar a oportunidade e falar com o ex-presidente, mas não foi possível. O ex-presidente tinha bebido um pouco de uísque, me olhou, deu um tapa forte no meu peito e disse, sorrindo: "Petrobraaasssss". Aí todo mundo riu, mas não teve jeito de conversar com ele, não tinha clima.
Foi sua última tentativa de trazer o assunto a público? Apresentei os problemas da Petrobras para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, numa reunião, em 2014, já depois do escândalo da Lava Jato. Ele pediu que eu conversasse com o deputado Antonio Imbassahy. Fiz isso. O deputado apresentou requerimento me convocando em 2015 para prestar depoimento na CPI, mas o requerimento sequer foi analisado.
"COMEÇARAM A ME PERSEGUIR"
Como o senhor reagiu quando a Lava Jato começou a revelar tudo? Fiquei com medo. Tenho medo desse grande 'sistema'. Tive medo de matarem minha família. Vai que alguém me aborda na rua. Numa discussão de rua, dão um tiro, e é queima de arquivo. A prova de que realmente o esquema é muito maior é que começaram a me perseguir dentro da Petrobras depois que avisei o deputado Bittar. Perguntavam de forma irônica: "Por que o Paulo Roberto Costa gosta tanto de você?". Fiquei sem dormir. Quando você se volta contra o sistema, o sistema te destrói. Quando fiz essa denúncia, o mundo se voltou contra mim.
O que mais aconteceu para o senhor dizer que o mundo se voltou contra o senhor? Desde que comecei a falar abertamente sobre Pasadena dentro da empresa, nunca mais tive promoções, nunca mais me deram funções de relevo na companhia. Nos Estados Unidos, cheguei a ganhar mais de 100 mil reais por mês e hoje não ganho um terço disso. Nos últimos anos, fico encostado num computador, na internet, esperando a aposentadoria chegar e ainda com medo de sofrer algum tipo de retaliação.
Hoje, diante do que já foi descoberto, qual avaliação que o senhor faz sobre o que aconteceu? Todos eles, toda a diretoria da Petrobras é cúmplice. Toda decisão de diretoria é colegiada. O Gabrielli é igualzinho ao Paulo Roberto. Só que o Gabrielli colocava para conversar o assistente dele. Eles mandam emissários. Se der problema, eles dizem: ""ão autorizei ninguém a falar em meu nome". É a mesma política do Lula. Você acha que o Lula negociava com a arraia-miúda? Quem conversava era o Zé Dirceu.
Procurado por VEJA, o ex-deputado Jorge Bittar, hoje presidente da Telebrás, disse, primeiro, que não se lembrava do encontro com o engenheiro Cintra. Depois, que o encontro nunca existiu. Seu ex-assessor Paulo César também negou. "Eu não me lembro nem de conhecer essa pessoa", disse ele, hoje proprietário da Fragmenta Destruição Segura de Informações, empresa especializada na inutilização de documentos e arquivos. O ex-presidente Fernando Henrique confirmou a reunião com Otávio Cintra. O deputado Imbassay disse que a bancada governista impediu a convocação do engenheiro para depor. "Ele podia ter contribuído muito com os trabalhos da CPI, mas a convocação dele sequer foi analisada."

Líder do governo Dilma é cercado e agredido no aeroporto de Fortaleza

Líder do governo Dilma Rousseff na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE) foi cercado e agredido com empurrões hoje (31) à tarde por um grupo no desembarque do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. Ele chegava à cidade para participar do ato em defesa da democracia.
Um vídeo divulgado em uma página do Facebook mostra um grupo de cerca de dez pessoas cercando o deputado e jogando notas falsas de dinheiro nele, enquanto uma mulher tenta segurá-lo. Ele foi acompanhado pelo grupo até o carro que o levaria para a manifestação. No caminho, o grupo o chamava de “ladrão” e grita “fora PT”.
Mais cedo, a mesma página na rede social havia divulgado o horário do desembarque do parlamentar no aeroporto de Fortaleza. Guimarães divulgou nota repudiando o ato e chamando as pessoas que o atacaram de “neofascistas”.


Senadores dizem que governo ofereceu cargos em troca de votos contra impeachment


Os senadores José Medeiros (PSD-MT) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES) apresentaram hoje (31) uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a presidenta Dilma Rousseff e o ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner.
O documento, que é assinado também por Carla Zambelli, representante da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, pede a responsabilização civil, penal e administrativa de Dilma e Wagner por entender que os dois ofereceram cargos em troca de votos contra o impeachment no Congresso Nacional.

Grupo Eider Mgazine presenteia folião 0800: Bloco Kissarro vai soltar o ‘Parango’ e trio Oxygênio de graça na avenida!

alto folia Prangolé Kissarro de graçaA boa notícia foi dada nesta quinta, dia 31. O bloco Kissarro não vai cobrar por abadás e a população poderá brincar gratuitamente no Bloco Kissarro no Alto Folia.
A decisão de ‘arriar as cordas’ e todo mundo poder ir atrás do Parangolé no trio Oxygênio somente foi possível, de acordo com a diretoria do bloco, por causa dos patrocínios do Grupo Eider Magazine e de outros empresários locais através da CDL.
Assim, quem já tinha comprado o abadá, 

Dilma provoca Justiça Eleitoral: 'Matemática política estranha'

A presidente Dilma Rousseff ironizou nesta quinta-feira as ações em curso na Justiça Eleitoral que podem resultar na cassação de seu mandato. Ao discursar a uma plateia chapa-branca de artistas e intelectuais instalada no Palácio do Planalto, Dilma disse que já teve as contas aprovadas - embora com ressalvas - pelo Tribunal Superior Eleitoral e desdenhou das quatro ações propostas pela coligação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) nas eleições de 2014. "Eu acreditou que sou talvez a única governante que tenha tido várias vezes as contas vistas e revistas, porque comigo não basta aprovar uma vez. É necessário talvez aprovar duas ou três. O que é bastante interessante, é uma matemática política muito, mas muito estranha", afirmou Dilma. As ações contra a chapa de Dilma e Michel Temer foram unificadas e tramitam na corregedoria da corte, subsidiadas por provas da Operação Lava Jato. A investigação já colheu depoimentos de que a campanha de Dilma pediu recursos a delatores do petrolão e descobriu indícios 'muito, muito estranhos' de que o marqueteiro dilmista João Santana recebeu 4 milhões de reais do caixa dois da Odebrecht, durante a campanha de 2014 no Brasil. 




Maioria do STF confirma liminar e Moro continua sem processo de Lula na Lava Jato

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram nesta quinta-feira decisão individual do relator da Operação Lava Jato na corte, Teori Zavascki, e mantiveram momentaneamente em Brasília os processos em que o ex-presidente Lula é investigado no escândalo do petrolão. O veredicto também deixou por ora o juiz federal Sergio Moro longe de qualquer decisão envolvendo o petista. O julgamento ainda não foi concluído, mas já há maioria de votos para referendar a liminar.
No dia 22 de março, o ministro Teori Zavascki determinou que fossem enviados à corte todos os processos relacionados ao ex-presidente Lula na Lava Jato e criticou duramente a atuação do juiz Sergio Moro no episódio. Teori valeu-se do argumento de usurpação de competência, tese segundo a qual Moro não poderia ter decidido nada sobre o caso porque nos grampos contra o petista aparecem autoridades com foro privilegiado, como a presidente Dilma Rousseff. Na avaliação de Zavascki, caberia unicamente ao Supremo decidir se o processo sobre Lula deve ou não tramitar em Curitiba.
Quando julgar o mérito do caso, o que não foi feito hoje, o Supremo terá de decidir se desmembra o processo envolvendo o ex-presidente Lula e se remete as suspeitas contra o petista, que atualmente não tem foro privilegiado, à primeira instância. Nesta quinta, embora não tenha discutido especificamente este ponto, Zavascki sinalizou que pode votar pelo fatiamento do processo em que Lula é investigado por suspeitas de ter recebido favores de empreiteiras enroladas com o escândalo do petrolão e ocultado o patrimônio resultado dessas benesses. "Provavelmente se fará a cisão, como se tem feito na maioria das vezes. Não podemos abrir mão da competência de dizer que um ministro de Estado interferiu ou não, pressionou ou não, ou que a presidente da República promoveu ou não atos que importassem o comprometimento das investigações. Esse é um juízo que foi feito em primeiro grau, mas é um juízo inalienável do STF", disse o relator.
Grampos - Durante o julgamento desta quinta-feira, uma manifestação de Teori Zavascki deve provocar alerta entre os investigadores do petrolão. Isso porque ele afirmou que "será muito difícil convalidar a validade" como prova da conversa em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff debatem que o petista deveria assinar o termo de posse como ministro da Casa Civil "em caso de necessidade".
A afirmação de Zavascki ocorreu porque o juiz Sergio Moro havia determinado a interrupção dos grampos envolvendo Lula às 12h18 do dia 16 de março e a conversa entre Lula e Dilma ocorreu às 13h32, horário em que a interceptação já deveria ter sido suspensa. O relator do petrolão no STF ainda fez um alerta de que "já conhecemos a história" de grandes operações policiais anuladas por erros de juízes. Exemplo emblemático é a operação Castelo de Areia, que investigou um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasses ilícitos para políticos envolvendo empreiteiros da Camargo Correa entre 2009 e 2011. A investigação foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou as escutas ilegais porque elas foram autorizadas a partir de uma denúncia anônima.
A conversa entre Lula e Dilma, aliás, é um dos mais claros exemplos, na avaliação do Ministério Público Federal, de que a nomeação do petista como ministro da Casa Civil tinha o propósito claro de blindá-lo nas investigações, transferindo a jurisdição de Curitiba, onde Sergio Moro julga os processos da Lava Jato, para o STF, tribunal que o próprio petista chamou nos grampos de "acovardado".
Na Operação Lava Jato, o tribunal já havia determinado o fatiamento de processos relacionados ao petrolão e decidido manter sob a alçada de Moro apenas investigados sem foro especial e com ligações explícitas com o esquema de corrupção instalado na Petrobras. Deixaram a 13ª Vara Federal de Curitiba, por exemplo, processos relacionados à senadora petista Gleisi Hoffmann (PR) e ao pagamento de propina conhecido como eletrolão. Com a posse de Lula na Casa Civil suspensa por ordem da justiça, o petista não tem hoje direito de ser julgado apenas no STF e sua situação deve se assemelhar no futuro a qualquer outro investigado comum do petrolão, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Teori diz ser ‘muito difícil’ validar grampo em que Lula e Dilma discutem termo de posse Ministro do Supremo fez o comentário ao ler o relatório que resume o recurso em que a AGU questiona o fato de estar nas mãos de Moro processo em que são citadas autoridades com foro privilegiado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão na corte, afirmou nesta quinta-feira que "será muito difícil convalidar" como prova a conversa em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discute com a presidente Dilma Rousseff a assinatura do termo de posse do petista como ministro da Casa Civil "em caso de necessidade". O teor do diálogo é apontado pelo Ministério Público como o indício mais evidente de que a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil - ato depois barrado pela justiça - teve como objetivo burlar as investigações da Operação Lava Jato e garantir a ele foro privilegiado para não ser julgado pelo juiz Sergio Moro.
Zavascki fez o comentário ao ler o relatório que resume o recurso em que a advocacia-geral da União (AGU) questiona o fato de estar nas mãos de Moro processo em que são citadas autoridades com direito a foro privilegiado. A investigação diz respeito ao ex-presidente Lula, mas nos grampos telefônicos do qual o petista era alvo apareceram também políticos com foro, como a presidente Dilma e o ministro da Fazenda Nelson Barbosa. "Temos que investigar e processar, sim, mas dentro da Constituição, que assegura o devido processo legal e o amplo direto de defesa, com os recursos pertinentes", disse o ministro. Em decisão liminar, Teori Zavascki havia determinado que todas as investigações envolvendo o ex-presidente Lula fossem remetidas ao Supremo para que o tribunal decida se o caso deve ser desmembrado, com o processo do petista eventualmente devolvido a Sergio Moro.
A manifestação de Teori Zavascki sobre a validade deste grampo como prova tem como pano de fundo o fato de o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, ter determinado às 12h18 do dia 16 de março a suspensão dos grampos instalados para monitorar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela circunstância de a conversa comprometedora entre o petista e a presidente Dilma ter ocorrido às 13h32, horário em que a interceptação já deveria ter sido suspensa.
A conversa antirrepublicana entre Lula e Dilma, em que a presidente fala que o termo de posse só deve ser utilizado "em caso de necessidade", ocorreu por meio do celular de Valmir, registrado na operadora Claro. Neste horário, Sergio Moro já havia determinado que os grampos fossem suspensos, mas algumas conversas acabaram grampeadas. Um analista da Polícia Federal encaminhou email para o departamento jurídico da Claro às 12h46 para cumprimento imediato da decisão do juiz.
Por ordem do próprio Moro, funcionários de Lula, como a assessora Clara Ant e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, estavam sendo grampeados por dois períodos de 15 dias. Moro antecipou a revogação dos grampos e afirmou que autoridades com foro privilegiado, como a presidente Dilma Rousseff, não foram grampeados, e seus diálogos foram "colhidos fortuitamente".
A Polícia Federal considera que seu papel nas investigações é apresentar à justiça todas as informações colhidas, cabendo à justiça a decisão sobre a utilização das informações. Em nota, a corporação disse que "a interrupção de interceptações telefônicas é realizada pelas próprias empresas de telefonia móvel" e informou que "até o cumprimento da decisão judicial pela companhia telefônica, foram interceptadas algumas ligações".

São João de Mossoró pode integrar exposição em capitais europeias

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O Rio Grande do Norte tem sido um dos destaques na WTM Latin América, feira de turismo que acontece este ano em São Paulo. E além da participação com dois estandes e presença do governador Robinson Faria, o estado potiguar também tem sido presença na programação paralela do evento, a exemplo da reunião e oficina do Brasil Junino, que aconteceu nesta quarta-feira (30) e discutiu uma exposição itinerante dos principais são joãos brasileiros por quatro capitais europeias, entre eles, o de Mossoró Cidade Junina.
A oficina foi promovida pelo Ministério do Turismo. O RN esteve representado pela subsecretária de Turismo, Solange Portela. O objetivo foi discutir o produto turístico relacionado aos festejos juninos brasileiros. Na reunião foi apresentada a proposta da Exposição Itinerante que acontecerá em quatro capitais europeias (Madrid, Paris, Roma e Lisboa) durante o período de 4 de junho a 24 de julho deste ano, sendo dez dias em cada cidade. Sete cidades brasileiras foram selecionadas, entre elas, Mossoró.
Publicado por Robson Pires


Lula desanima e Impeachment de Dilma é inevitável

Caso Lula siga mostrando dúvida em relação à possibilidade de derrotar o impeachment, Dilma Rousseff já pode dar a queda como certa. A avaliação é do dirigente de um dos principais partidos no Congresso. Ele avalia que o governo ainda pode ter 182 votos para evitar o impedimento (são necessários 171). Desde que, além de distribuir cargos, faça campanha intensa para convencer deputados de que ainda há chance de vitória. O desânimo de Lula não ajuda.
TROCO
O dirigente fez conta na ponta do lápis. Além de 97 parlamentares de partidos como PT e PC do B, o “núcleo duro” do governo, Dilma poderia contar com 8 votos no PMDB, 27 no PP, 20 no PR e 22 de partidos nanicos. O PSD de Gilberto Kassab compareceria com apenas 8 deputados, numa mostra de que o amplo espaço dado a ele em quase nada ajudou o governo.
Mônica Bergamo, Folha de São Paulo


George Soares recebe relatoria do projeto que cria o Conselho de Juventude no RN

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Por delegação dos membros da Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF), da Assembleia Legislativa, da qual é membro titular, o deputado estadual George Soares (PR) será relator de duas matérias que aguardarão seu parecer para serem postas em deliberação na referida comissão e, após aprovadas nesta instância, serem encaminhados para votação final no Plenário da Casa.
George Soares relatará o Projeto de Lei nº 148/2013, que trata da instituição, ampliação, integração e disponibilização das informações do Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) e o Projeto de Lei Complementar nº 09/2016 que cria o Conselho Estadual de Juventude. Com referência a esta última proposição, o parlamentar republicano declarou-se feliz por ter sido escolhido para sua relatoria.
“Agradeço a confiança dos meus colegas e sinto-me contente em ter a oportunidade de relatar este importante Projeto de Lei Complementar, que tem por fim a constituição do Conselho Estadual de Juventude, instrumento que será o fórum central para a discussão e encaminhamento de políticas públicas que venham atender ao interesse dos jovens de nosso estado”, manifestou o deputado George Soares.

Natal já é destino mais procurado do Nordeste na agência Decolar.com


O Governo do Estado tem marcado presença nos principais eventos do turismo nacional e internacional. Os efeitos desse investimento já são nítidos. Pesquisas locais e de operadoras e instituições nacionais apontam o crescimento do turismo no Rio Grande do Norte. Durante a WTM Latin América, que acontece em São Paulo até hoje (31), uma das principais agências virtuais de viagem – a Decolar.com – também apresentou planilha em que Natal aparece como destino mais procurado do Nordeste em 2015.
Outro dado chama a atenção na planilha: afora o turista brasileiro, com 58,69% da demanda, o argentino é quem mais procurou Natal, com praticamente o restante do percentual: 38,64%, seguido do Chile, com 1,87%. Desde o ano passado, o Governo do RN, por intermédio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur RN) e Empresa Potiguar de Promoção Turística do RN (Emprotur), viabilizou um novo voo Buenos Aires/Natal, com ampla divulgação dos destinos potiguares na Argentina, que colaborou de forma direta com esse resultado.
“Nada vem por acaso. Tínhamos um déficit enorme de divulgação dos nossos destinos nos últimos anos, no plano nacional ou internacional. Vínhamos perdendo posições significativas nessas pesquisas e hoje não só revertemos o quadro, como estamos na liderança em muitas delas”, celebra o secretário de Turismo, Ruy Gaspar.
Publicado por Robson Pires

Os mortadelas chegam a Brasília

Dezenas de ônibus com manifestantes pró-governo chegaram a Brasília para o protesto organizado pela Frente Brasil Popular.
No momento, devido ao sol forte, descansam à sombra das árvores do estacionamento da superfaturada Arena Mané Garrincha.
ter morta
O Antagonista
Publicado por Robson Pires

Wilma e Robinson no palanque de Carlos em Parnamirim?


                        

Ex-assessor de Wilma de Faria, foi Wagner Araújo quem fez a ponte para o ingresso dela no PTdoB até então controlado pelo deputado estadual Carlos Augusto Maiaque é pré-candidato a prefeito de Parnamirim nas eleições municipais deste ano. Pode implicar que Wilma de Faria empurrou Naur Ferreira para o escanteio e vai de Maia.
Que também recebe o apoio do governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria.
Então: PTdoB, PSD, PSDB e PCdoB estão juntos em Parnamirim?
Wilma com Robinson? Seria assim?
Publicado por Robson Pires

                        

Comissão do Senado vai ouvir chanceler sobre plano de fuga de Lula Conforme revelado na edição de VEJA desta semana, ex-presidente pretendia pedir asilo à Itália para escapar da Operação Lava Jato



A Comissão de Relações Exteriores do Senado vai pedir explicações ao chanceler Mauro Vieira sobre o plano secreto de fuga do ex-presidente Lula, revelado por VEJA. Reportagem desta semana de VEJA detalha o plano sigiloso do petista para pedir asilo à Itália como suposto perseguido político e, na prática, escapar de uma provável punição a ser imposta a ele na Operação Lava Jato. O ministro de Relações Exteriores vai prestar esclarecimentos aos senadores às 10 horas do dia 14 de abril.
Nesta quinta-feira, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) apresentou requerimento para que o ministro Mauro Vieira prestasse informações sobre o plano de fuga de Lula. Para a senadora, como o Brasil tem estruturas democráticas sólidas, não se justificaria dar guarida ao ex-presidente.
Lula é investigado na Operação Lava Jato por ter recebido favores de empreiteiras que atuaram no petrolão e escondido patrimônio recebido dessas construtoras. Segundo reportagem de VEJA, para se livrar de ter de expiar a culpa atrás das grades, o petista pretendia pedir asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, e se apresentar como um perseguido político. Em troca da anistia, VEJA revelou que Lula aceitaria ficar dez anos fora do Brasil.
Também no dia 14 de abril, o ministro Mauro Vieira terá de dar explicações à CRE sobre circulares telegráficas do Itamaraty alertando embaixadas brasileiras sobre o risco de um "golpe" contra a presidente Dilma Rousseff. O autor dos telegramas, conforme informou o jornal O Globo, é o ministro Milton Rondó Filho, que chefia uma seção de combate à fome no Ministério. Depois do episódio, Rondó foi advertido e perdeu o direito de emitir quaisquer comunicações para as representações brasileiras no exterior.

EM SEIS DIAS, BARRAGEM ARMANDO RIBEIRO TEVE UM AUMENTO DE 34 MILHÕES DE METROS CÚBICOS, SITUAÇÃO AINDA É CRITICA

Foto: Blog Assú RN
Conforme foi divulgado em uma reportagem no site ASSÚ NOTÍCIA, a nova informação vem mais detalhada e com aumento na lâmina de água da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, em Itajá.
Dados novos foram divulgados na última quarta-feira 30 de Março de 2016, o engenheiro do DNOCS, Rafael Mendonça, disse que em menos de uma semana, a barragem atingiu 34 milhões 275 mil metros cúbicos de água em sua lâmina. Ou seja, um aumento de 1,43% de sua capacidade. Os dados vem sendo consultado desde a última quarta-feira (24).
A situação da Barragem ainda continua critica apesar das boas notícias em que seu nível vem aumentando e surpreendendo os moradores da localidade. Na atualidade, a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro tem acumulado 509 milhões 170 mil metros cúbicos de água. Já a sua reserva hídrica é de 21,22%. Em várias cidades do Rio Grande do Norte, a chuva tem chegado com forma e mostrando aos agricultores um ato de esperança e emoção.
   (Fonte Assu Noticia )

JOGADORES DO CAMALEÃO SÃO ASSALTADOS E FEITO REFÉNS EM CASA DE APOIO PRÓXIMO AO EDGARZÃO EM ASSÚ

Residência onde ocorreu o assalto - Foto: Cedida
Vários jogadoras do ASSU - Associação Sportiva Sociedade Unida foram alvos de assalto seguido de reféns na noite da última quarta-feira (30), no bairro Quinta do Farol, próximo ao estádio Edgarzão em Assú. Dois elementos armados renderam um jogador, anunciou o assalto e em seguida adentraram a residência onde ficam os jogadores do Camaleão do Vale, e lá dentro, renderam mais três jogadores que estavam assistindo TV.
A informação é que um dos jogadores estava no lado de fora da residência falando ao celular, quando foi abordado por dois criminosos que estavam armados de faca peixeira e revólver, e anunciaram o assalto. Os criminosos não ficaram satisfeito e seguiu com a vítima para dentro da residência onde fez mais três jogadores reféns. Enquanto um ordenava que um dos atletas fosse até o quarto da casa buscar o aparelho celular, o outro assaltante ficava  com a faca peixeira apontada em direção a um atleta do clube. Destinado pelo criminoso a ir buscar o aparelho celular no quarto da casa, o atleta aproveitou e avisou aos companheiros que estavam deitados, que naquele momento estava havendo um assalto. Todos os atletas que estavam no quarto buscaram refugio no banheiro enquanto o atleta buscou o aparelho celular e entregou aos criminosos. Depois disso, os assaltantes saíram da casa levando dois aparelhos celulares como se nada tivesse acontecido. Segundo informações, os atletas chegaram a entrar em contato com um membro da diretoria e informou o ocorrido. 
Os criminosos chegaram de cara limpa, ambos morenos e segundo uma das vítimas, eles apontaram a arma de fogo para a cabeça deles enquanto anunciava o assalto. O outro bandido que estava com a faca peixeira, colocou a arma branca apontada em direção a outro atleta. 
Em conversa com nossa reportagem, uma das vítimas disse que toda ação parecida coisa de filme. "Parecia coisa de filme vey".

( Fonte http://www.assunoticia.com.br/ )



Com novo método, criminosos usam ferramenta de trabalho braçal para estourar caixa bancário

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Criminosos arrombaram um terminal bancário do HSBC na madrugada desta quinta-feira (31) no conjunto Cidade Satélite, na Zona Sul de Natal.
De acordo com a Polícia Militar, a quadrilha fugiu sem levar o dinheiro do caixa. Uma picareta, usada para violar o terminal, ficou jogada no chão.
Segundo a PM, o terminal fica em um posto de combustíveis. Cinco criminosos participaram da ação. Eles teriam usado uma picareta para arrombar o caixa.
De acordo com o tenente Carlos Farias, do 9º Batalhão da PM, a quadrilha não conseguiu levar o dinheiro. Na fuga, eles abandonaram o carro em uma região de mata. Ninguém foi preso.

Por Jair Sampaio



ANTT espera 546 ônibus em ato pró-governo no DF

Segundo a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), 546 ônibus foram autorizados a entrar em Brasília para a manifestação em defesa do governo. Minas deve enviar 74 ônibus para a capital.
Do Distrito Federal serão 84, que buscarão manifestantes em 12 acampamentos de sem-terra no entorno.
Dependendo do Estado, o vale-mortadela varia entre 70 e 150 reais por pessoa.
A estimativa da Polícia Militar é de 20 mil pessoas. Os organizadores, que chegavam a alardear que levariam 100 mil à Esplanada dos Ministérios, à noite informavam à PM a estimativa de 20 mil pessoas.
O discurso do ex-presidente Lula na manifestação deverá ocorrer às 20h.

Agenda econômica de eventual governo Temer já divide o PMDBN a avaliação dos peemedebistas, entre as medidas econômicas de um novo governo estão projetos impopulares que poderiam prejudicar o partido nas eleições municipais de outubro

Integrantes do PMDB estão preocupados com o debate de medidas de transição da economia em um eventual governo de Michel Temer, de acordo com a edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo. No pacote de mudanças constam medidas impopulares que, segundo os filiados, podem prejudicar o desempenho dos peemedebistas nas eleições municipais de outubro.
Na avaliação dos peemedebistas, as medidas econômicas não serão muito diferentes das propostas pela gestão Dilma Rousseff que já tramitam no Congresso. A reforma da Previdência, por exemplo, é tida como fundamental, assim como o aprofundamento do corte de despesas e medidas para diminuir o engessamento do governo. Além disso, o projeto inclui o aumento de impostos.
Aliados do vice-presidente têm desautorizado qualquer especulação pública sobre a política econômica e a formação da equipe para a área. Até mesmo o documento "Ponte para o Futuro", lançado em outubro com propostas para reequilibrar as contas públicas, não deve ser visto com um "Plano Temer", definitivo, por causa da presença de medidas impopulares. O receio é que as discussões sobre o tema possam retirar o apoio da população ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e alimentar o discurso do PT contra o afastamento de Dilma, segundo o jornal.
Nos bastidores, porém, as principais lideranças peemedebistas estão preparando a transição de governo. Eles estão conversando com economistas, para preparar as bases de um programa mais detalhado, que só deve ser divulgado em maio, caso a Câmara dos Deputados vote a favor da abertura do processo de impeachment contra a presidente e o Senado decida afastá-la do cargo, como prevê o rito do impedimento.
Ao Estado de S. Paulo, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que Temer não poderá aumentar a carga tributária para o rombo das contas públicas, por ser "um desejo da rua". Marun encaminhou a Temer uma lista de propostas que inclui corte nas despesas de custeio, um novo regime orçamentário, enxugamento dos ministérios para algo entre 20 e 25 e corte de cargos de confiança.
Para a senadora Rose Freitas (PMDB-ES), o partido precisa responder como vai terminar com a crise econômica e quais são suas propostas para fazer isso. "Vai trocar para mudar com que proposta? Essa proposta ainda não apareceu", disse. "Estamos onde estamos por causa de gastos do governo. Não se interrompeu a gastança". Já o senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse que a sigla não deve pautar, nesse primeiro momento, a discussão pública de medidas econômicas e que o novo governo deveria, primeiro, "dar exemplo de sacrifícios para depois cobrar os outros".