O magistrado reconheceu divergências entre o que foi dito pelo parlamentar e a versão apresentada por Thabatta, determinando a remoção imediata do vídeo sob pena de multa de até R$ 5 mil. Na entrevista original, Eliabe defendia a proibição do bloqueio hormonal em crianças com quadro de disforia de gênero, mas Thabatta publicou que o vereador teria afirmado que pessoas trans, incluindo ela, sofrem de “confusão mental”. A publicação recebeu mais de 2 mil comentários de ódio, dentre eles o do secretário estadual de Administração, Pedro Lopes, que classificou a suposta fala de Eliabe como “absurda e ignorante.
“Não é a primeira vez que essa parlamentar dispara informações falsas para confundir a opinião pública. Fez isso quando disse que eu teria debochado de vítimas da covid-19. Mas desta vez, resolvi procurar a Justiça. É rotineiro de quem busca, a todo momento, criar narrativas, pois tem dificuldade de manter o debate com seriedade”, declarou o vereador Subtenente Eliabe.
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