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| Imagem: Reprodução |
Convocado para prestar esclarecimentos, o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, confirmou a existência dos atrasos e atribuiu o problema à frustração de receitas registrada em 2025. Segundo dados apresentados pelo próprio governo, o passivo acumulado chega a R$ 363,3 milhões, referentes ao período entre maio de 2023 e março de 2026.
Durante a reunião, Luiz Eduardo destacou que o problema já havia sido reconhecido anteriormente pelo Executivo, com promessa de regularização até o fim de 2025, o que não se concretizou. O parlamentar cobrou maior transparência na condução do tema e reforçou a necessidade de responsabilização e clareza sobre os impactos para os servidores.
“O que houve foi um compromisso público que não foi cumprido. Estamos tratando de valores descontados diretamente dos servidores, e isso exige respeito e transparência”, afirmou.
O deputado também informou que levou o caso ao Tribunal de Contas do Estado e ao Banco Central, que já deu início a uma auditoria para apurar a situação. Além disso, apresentou requerimento solicitando o envio dos contratos firmados entre o Governo do Estado e as instituições financeiras, medida aprovada pelos membros da comissão.
A reunião contou ainda com a participação de outros parlamentares e representantes do governo, e marcou o início dos trabalhos da CFF em 2026 com foco na fiscalização rigorosa das contas públicas e na defesa dos direitos dos servidores estaduais.


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