“Eu vivi tudo isso na pele”, afirma a candidata a deputada estadual ao falar sobre diagnóstico, tratamento e atendimento aos pacientes oncológicos.
🚨 Depois de enfrentar um câncer de mama, Major Carla Câmara (PP) - @majorcarlacamara, 11666, passou a levar para o debate público uma experiência que também conhece como paciente. Candidata a deputada estadual no Rio Grande do Norte, ela defende mais agilidade e integração no atendimento às pessoas que enfrentam o câncer. Sua candidatura pelo PP está deferida.
“Quando a pessoa está enfrentando uma doença grave, cada minuto importa. Quem luta pela própria vida não pode lutar também pela demora de um diagnóstico”, afirma Carla em vídeo publicado nas redes sociais.
A preocupação envolve um período decisivo para pacientes e familiares: o caminho entre a suspeita da doença, a confirmação do diagnóstico e o início do tratamento. Pela legislação federal, quando a principal hipótese é de câncer, os exames necessários à elucidação diagnóstica devem ser realizados em até 30 dias, mediante solicitação médica fundamentada. Após o diagnóstico em laudo patológico, o primeiro tratamento no SUS deve começar em até 60 dias, ou antes, conforme a necessidade terapêutica.
No Rio Grande do Norte, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 1.160 novos casos de câncer de mama feminino em 2026.
A experiência de Carla também se conecta à Linha Rosa RN, proposta apresentada pela candidata para acompanhar e fiscalizar o percurso das pacientes com câncer de mama na rede pública, da suspeita ao tratamento, com atenção aos prazos e aos possíveis gargalos do atendimento. A proposta já foi apresentada publicamente neste mês.
“A saúde pública precisa ser mais ágil, integrada e próxima das pessoas. Os pacientes oncológicos precisam de uma rede de apoio, alguém que realmente segure sua mão. Eu vivi tudo isso na pele”, declara.
Major Carla Câmara é candidata a deputada estadual pelo Progressistas (PP), com o número 11666.

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