Ele justifica o requerimento explicando que tomou conhecimento de que as ordens judiciais proferidas pelos magistrados do Rio Grande do Norte destinadas a assegurar a efetivação do direito fundamental à saúde, especialmente aquelas que determinam bloqueio de verbas públicas para custeio de tratamentos médicos, vem sendo reiteradamente frustradas, comprometendo a eficácia das decisões judiciais e a continuidade da assistência à saúde dos jurisdicionados.
“O governo deve explicar a ausência de ativos financeiros disponíveis nas contas bancárias associadas ao gabinete da governadora, cujas respostas às ordens judiciais tem indicado insuficiência de recursos e saldos negativos. É grave e preocupante, pois compromete a autoridade e a efetividade das decisões proferidas pelo poder judiciário”, comentou.
PEC da Maioridade Penal
Já no horário dos deputados, Coronel Azevedo abordou a PEC da Maioridade Penal, que visa reduzir a idade para aplicação de penas por crimes praticados. “Bandido bom é bandido preso”, definiu o parlamentar, acusando o Senado de travar a PEC por influência da esquerda.


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