31 março 2016

ANTT espera 546 ônibus em ato pró-governo no DF

Segundo a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), 546 ônibus foram autorizados a entrar em Brasília para a manifestação em defesa do governo. Minas deve enviar 74 ônibus para a capital.
Do Distrito Federal serão 84, que buscarão manifestantes em 12 acampamentos de sem-terra no entorno.
Dependendo do Estado, o vale-mortadela varia entre 70 e 150 reais por pessoa.
A estimativa da Polícia Militar é de 20 mil pessoas. Os organizadores, que chegavam a alardear que levariam 100 mil à Esplanada dos Ministérios, à noite informavam à PM a estimativa de 20 mil pessoas.
O discurso do ex-presidente Lula na manifestação deverá ocorrer às 20h.

Agenda econômica de eventual governo Temer já divide o PMDBN a avaliação dos peemedebistas, entre as medidas econômicas de um novo governo estão projetos impopulares que poderiam prejudicar o partido nas eleições municipais de outubro

Integrantes do PMDB estão preocupados com o debate de medidas de transição da economia em um eventual governo de Michel Temer, de acordo com a edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo. No pacote de mudanças constam medidas impopulares que, segundo os filiados, podem prejudicar o desempenho dos peemedebistas nas eleições municipais de outubro.
Na avaliação dos peemedebistas, as medidas econômicas não serão muito diferentes das propostas pela gestão Dilma Rousseff que já tramitam no Congresso. A reforma da Previdência, por exemplo, é tida como fundamental, assim como o aprofundamento do corte de despesas e medidas para diminuir o engessamento do governo. Além disso, o projeto inclui o aumento de impostos.
Aliados do vice-presidente têm desautorizado qualquer especulação pública sobre a política econômica e a formação da equipe para a área. Até mesmo o documento "Ponte para o Futuro", lançado em outubro com propostas para reequilibrar as contas públicas, não deve ser visto com um "Plano Temer", definitivo, por causa da presença de medidas impopulares. O receio é que as discussões sobre o tema possam retirar o apoio da população ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e alimentar o discurso do PT contra o afastamento de Dilma, segundo o jornal.
Nos bastidores, porém, as principais lideranças peemedebistas estão preparando a transição de governo. Eles estão conversando com economistas, para preparar as bases de um programa mais detalhado, que só deve ser divulgado em maio, caso a Câmara dos Deputados vote a favor da abertura do processo de impeachment contra a presidente e o Senado decida afastá-la do cargo, como prevê o rito do impedimento.
Ao Estado de S. Paulo, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que Temer não poderá aumentar a carga tributária para o rombo das contas públicas, por ser "um desejo da rua". Marun encaminhou a Temer uma lista de propostas que inclui corte nas despesas de custeio, um novo regime orçamentário, enxugamento dos ministérios para algo entre 20 e 25 e corte de cargos de confiança.
Para a senadora Rose Freitas (PMDB-ES), o partido precisa responder como vai terminar com a crise econômica e quais são suas propostas para fazer isso. "Vai trocar para mudar com que proposta? Essa proposta ainda não apareceu", disse. "Estamos onde estamos por causa de gastos do governo. Não se interrompeu a gastança". Já o senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse que a sigla não deve pautar, nesse primeiro momento, a discussão pública de medidas econômicas e que o novo governo deveria, primeiro, "dar exemplo de sacrifícios para depois cobrar os outros".

Chefe da Força Nacional pede demissão e diz que Dilma não tem "escrúpulos" Ao pedir a exoneração do cargo, coronel Adilson Moreira enviou um e-mail aos seus subordinados com críticas à presidente; órgão ligado ao Ministério da Justiça é responsável por fazer a segurança das Olimpíadas

A quatro meses dos Jogos Olímpicos, o chefe da Força Nacional, coronel Adilson Moreira, pediu demissão do cargo, alegando que estava passando por um "conflito ético" por trabalhar para um governo que, segundo ele, é comandado por um "grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República". A decisão da sua exoneração foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira. Ao se demitir, o coronel enviou um e-mail aos seus subordinados criticando o governo da presidente Dilma Rousseff.
"Minha família exigiu minha saída, pois não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República. Me sinto cada vez mais envergonhado. O que antes eram rumores, se concretizaram", diz o texto do coronel. No e-mail, ele explica que pediu para ser destituído do cargo em no máximo 15 dias, em 21 de março.
Ele ainda diz que sempre viveu um "conflito ético de servir a um governo federal com tamanha complexidade política". "A nossa administração federal não está interessada no bem do país, mas em manter o poder a qualquer custo. Como o compromisso era de não causar solução de continuidade, solicitei apontar um substituto."
Adilson Moreira estava no cargo de diretor da Força desde janeiro em caráter interino. Segundo escreveu no comunicado, ele pretendia ficar até o fim dos Jogos Olímpicos, mas que "agora, em março, não foi mais possível manter o foco na área técnica somente".A saída da diretoria a poucos meses da Olimpíada traz preocupação, porque a Força Nacional é responsável pela segurança durante o evento. A expectativa é de que cerca de 10 mil homens sejam enviados ao Rio de Janeiro com esse objetivo.
Inquérito - A Força Nacional de Segurança Pública é um órgão ligado ao Ministério da Justiça. A pasta afirmou ontem, por meio de nota, que considerou "graves" as declarações feitas pelo coronel e que, como elas "podem implicar falta disciplinar e gesto de deslealdade administrativa", o ministério vai instaurar inquérito administrativo e levar o caso à Comissão de Ética Pública da Presidência da República, uma vez que Moreira mencionou o nome da presidente Dilma Rousseff.
O Ministério da Justiça também informou que pediu à Advocacia-Geral da União (AGU) que verifique se cabem eventuais medidas judiciais contra o coronel Adilson Moreira.

Onde está a oposição?

Em Brasília só se pergunta uma coisa: onde esta a oposição justamente quando o governo vive seu momento de maior enfraquecimento?
A resposta parece piada: a oposição foi para Portugal. Lá estão dois dois principais líderes tucanos, Aécio Neves e José Serra, virtuais candidatos à Presidência em 2018.
O mergulho oposicionista coincidiu com a citação a tucanos, como o próprio Aécio, na delação de Delcídio do Amaral, a aparição de nomes do PSDB na lista da Odebrecht e desdobramentos de casos como o da merenda em São Paulo e a denúncia contra executivos da Alstom e da CAF por cartel do Metrô paulista.
Os governistas estão armados para apontar envolvimento dos tucanos em casos de corrupção cada vez que um oposicionista gritar “fora, Dilma”.
O silêncio dos principais líderes tucanos demonstra que a estratégia pode ter, sim, o condão de desencorajá-los a ir para cima da presidente.

Igual a Dilma, Fátima Bezerra (PT-RN) também recebeu da Lava-Jato

A campanha de Dilma Rousseff, em 2014, recebeu dinheiro de propina da Odebrecht, como revelou a Folha de São Paulo.
Ela recebeu igualmente dinheiro de propina da Andrade Gutierrez.
Na eleição passada a senadora petista Fátima Bezerra (PT-RN) recebeu somente de duas empresas cerca de R$ 500 mil reais de doação. Empresas estas investigadas naOperação Lava-Jato.
Este blogue noticiou as doações recebidas por Fátima. Naquela época destacaram-se os depósitos para sua campanha, em 2014, feitos pelas empresas Engevix Engenharia (R$ 50 mil) e Construtora Andrade Gutierrez(R$ 450 mil).
Publicado por Robson Pires

Leonardo Oliveira só anuncia nome de candidato a prefeito de Ipanguaçu em junho

Posse Ipangu 7
O prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira, do PT, disse ao Blog  que só pretende anunciar o nome do candidato a prefeito do grupo governista que terá o seu apoio no jogo da sua sucessão nas eleições de outubro, a partir do começo do mês de junho.
Na avaliação do prefeito petista e coordenador do processo de escolha, ainda é cedo para tomar uma decisão definitiva. “Estamos conversando e acredito que até o final de junho, vamos escolher um nome para ser o candidato a prefeito que representará o grupo situacionista”, destacou Leonardo.
Nas enquetes realizadas com a população, Valderedo B
ertoldo é apontado até agora como pré-candidato a prefeito de Ipanguaçu que tem a simpatia popular para ocupar o lugar do atual prefeito Leonardo Oliveira no comando administrativo do município e continuar a trabalhar pelo desenvolvimento do município.


O bunker dilmista contra o impeachment: ato quatro


A presidente Dilma Rousseff promoverá nesta quinta-feira o quarto ato político seguido contra o impeachment nas dependências do Palácio do Planalto. Ela receberá em Brasília um grupo de artistas e intelectuais. Nas últimas três semanas, Dilma transformou a sede da Presidência da República em uma espécie de bunker petista: abriu as portas a dezenas de militantes de movimentos sociais, estudantis e sindicais umbilicalmente ligados ao partido. São os mesmos que integram os coletivos de esquerda Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo e promovem manifestações nas ruas em prol de Dilma, dissimuladas pela veste de "defesa da Democracia". Eles estiveram presentes como convidados nos três primeiros atos de março no palácio presidencial e interromperam as cerimônias, aos gritos, com o mantra "Não vai ter golpe". Nesses eventos, confundem-se o palanque político e a cerimônia oficial. Dilma cede a estrutura e os meios de comunicação da Presidência para difundir não informações do governo, mas argumentos e opiniões dos defensores de seu mandato, além de ataques ao juiz Sérgio Moro e à Operação Lava Jato. Eles se revezam ao microfone no púlpito com o Brasão da República. Há transmissão ao vivo na TV pela NBR e ampla cobertura do Blog do Planalto e perfis do governo federal nas redes sociais. O primeiro ato foi a posse (suspensa pelo Supremo Tribunal Federal) do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, no dia 17 de março. O segundo, a manifestação de advogados de esquerda, professores de direito e magistrados chapa-branca, batizados de juristas pelo marketing governista, no último dia 22. O terceiro, o lançamento da nova fase do Minha Casa, Minha Vida nesta quarta-feira com entidades organizadas de moradia popular. Em todos os casos, a impressão de quem assiste é de amplo apoio a Dilma sob o teto palaciano, uma clara dissintonia com a realidade - conforme mostrou a recente pesquisa Ibope, 82% desaprovam Dilma

Donos da JBS compraram Alpargatas com empréstimo da CaixaBanco financiou 100% da operação

A J&F Investimentos, holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, obteve um empréstimo de 2,6 bilhões de reais junto à Caixa para a compra do controle da Alpargatas, há quatro meses.
O empréstimo — que cobriu 100% do valor da compra — tem prazo de sete anos e carência de dois.
A informação deve surpreender muita gente porque, no mercado, acreditava-se que a J&F havia usado recursos do próprio caixa para fazer o investimento.
A J&F, que também controla a empresa de carnes JBS, comprou a Alpargatas — fabricante das sandálias Havaianas — do grupo Camargo Correa.
A holding dos Batista também procurou outros bancos, como Bradesco e Itaú, mas seu grupo econômico, que inclui a JBS, já estava com os limites comerciais tomados nestes bancos.
Participantes do processo de venda da Alpargatas dizem que o empréstimo ajudou a J&F a ganhar a disputa, que, sem a linha da Caixa, teria sido mais acirrada. Estavam interessados na Alpargatas os fundos Advent, Apex, Cambuhy, Carlyle, Gávea, GP Investimentos, KKR, Península, Rhone Capital e Tarpon.
Outro diferencial: a J&F não fez uma due diligence prévia na Alpargatas — o processo, comum em grandes aquisições, pelo qual o comprador tenta descobrir potenciais riscos ocultos na empresa e que, em geral, demora semanas.

Perdoado pelo STF, Roberto Jefferson reassume o comando do PTB

Jefferson: de volta ao jogo
Jefferson: de volta ao jogo
Depois de conseguir o perdão da pena do mensalão no Supremo, Roberto Jefferson está de volta à política. Ele decidiu reassumir a presidência do PTB, ocupada desde 2014 por sua filha, Cristiane Brasil, informa Thiago Prado.
Jefferson, que em 1992 era o líder da tropa de choque de Fernando Collor, decidiu que precisava acompanhar de perto o processo de impeachment de Dilma Rousseff — especialmente como votarão todos os deputados do seu partido.

Dilma Rousseff passa a remar em duas direções opostas

era-lula-e-Dilma
Na tentativa de evitar o naufrágio do governo, Dilma Rousseff passou a remar em duas direções opostas. De um lado, a presidente ensaia uma guinada à esquerda para tentar mobilizar a militância petista em sua defesa. Ao mesmo tempo, oferece cargos e verbas para atrair partidos de centro-direita que definirão a votação do impeachment.
O primeiro movimento começou a dar resultado. Com ajuda de Lula, o Planalto voltou a ter canal direto com movimentos sociais e sindicatos próximos ao PT. Essas entidades haviam se afastado por discordar da política econômica adotada após a eleição de 2014. Agora voltaram a colorir as ruas de vermelho contra o que consideram um mal maior: um eventual governo Michel Temer.
As manifestações continuam menores que os atos pró-impeachment, mas cresceram em número e em frequência. Isso mostra que o petismo ainda tem uma base capaz de defender o mandato da presidente, o que Fernando Collor não teve em 1992. Nesta quarta (30) essa militância transformou uma solenidade no Planalto em comício contra o impeachment. Guilherme Boulos, do MTST, prometeu liderar atos “para resistir ao golpe”.

Natal: Órgãos de segurança definem plano de operações para manifestação desta quinta-feira

O Gabinete de Gestão Integrado Estadual (GGI-E), composto por órgãos da segurança pública municipal, estadual e federal, além de outras instituições, definiu em reuniu na tarde desta quarta-feira (30), na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), o plano de operações a ser executado para garantir que a manifestação social desta sexta-feira (31), em Natal, transcorra mais uma vez de forma pacífica e ordeira.
Desta vez, a concentração dos participantes está marcada para às 16h, e ocorrerá novamente no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira. A partir das 16:30h os manifestantes seguirão a pé, em deslocamento no contra fluxo da Avenida Salgado Filho e ocuparão a marginal e a via principal da BR 101 (sentido Parnamirim/Natal) até a praça do Bairro Mirassol. No primeiro protesto apenas a marginal foi ocupada.  O encerramento está previsto para às 19h.
Cerca de 550 profissionais, entre agentes de segurança pública (Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Itep, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Guarda Municipal), trânsito, entre outros órgãos, está sendo disponibilizado pelos governos Federal, Estadual e Municipal especialmente para o evento em Natal. A previsão inicial dos organizadores é de que 15 mil pessoas participem da manifestação.

Por Jair Sampaio

Registros de chuva no Seridó/RN e Sertão/PB

_DSC2705
Confira índices: 
85 mm: Sítio Várzea do Barro (Parelhas)
70 mm: Santana do Seridó
61 mm: São Mamede/PB
30 mm: Ipueira
27 mm: Sítio Buriti
26 mm: Sítio Brejinho
23 mm: Sítio Manhoso
20 mm: São João do Sabugi
18 mm: Sítio Jucuri
17 mm: Sítio Jerusalém
15 mm: Barra da Espingarda, sítio Carrapateira, sítio Pedra Cal, sítio Saquinho e Distrito Palma
13 mm: Barra da Maniçoba
14,5 mm: Barra Nova (Caicó)
14 mm: Sítios Cachos e sítio Alecrim
12 mm: Sítio Poços e Timbaúba dos Batistas
11 mm: São José do Seridó e Brasilgás (Caicó)
10 mm: Vila do Sabugi e sítio Volta do Som (Timbaúba dos Batistas)
Fonte: Robson Pires

Açude que abastece Cerro Corá tem volume aumentado em 1,3 m³

_DSC2705
Por DJ Aildo – Depois de chuvas caídas ontem (29) pelo Seridó, o Açude do Pinga, principal reservatório de Cerro Corá, aumentou 1,30 m na sua lâmina d’água. Sua capacidade total de armazenamento é de quatro milhões de metros cúbicos.

Governo poupa emendas parlamentares de cortes Lutando contra o impeachment no Congresso, Planalto evitou desagradar parlamentares; Educação e PAC são as áreas mais afetadas pelo contingenciamento de R$ 21,2 bi

Lutando contra um processo de impeachment no Congresso, o governo evitou desagradar parlamentares no novo corte no Orçamento. O contingenciamento adicional de 21,2 bilhões de reais anunciado na semana passada foi detalhado nesta quarta-feira em edição extraordinária do Diário Oficial da União e preservou as emendas individuais de deputados e senadores. Essas emendas são uma forma dos parlamentares direcionarem recursos do orçamento federal para suas bases eleitorais.
No relatório de avaliação de receitas e despesas divulgado na semana passada pelo Ministério do Planejamento, havia uma previsão de contingenciar até 1,77 bilhão de reais em emendas individuais - que não foi cumprida. Para preservar o total de 6,651 bilhões de reais para essas emendas, a equipe econômica teve que cortar na própria carne e dividir o corte entre os ministérios.
O Ministério da Educação e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram as áreas mais afetadas pelo corte. Segundo o novo decreto de programação orçamentária, o Ministério da Educação perdeu 4,27 bilhões de reais. O limite de despesas discricionárias (não obrigatórias) foi reduzido de 34,43 bilhões de reais para 30,16 bilhões de reais. Em fevereiro, a pasta já tinha sofrido corte de 2,216 bilhões de reais.
Em segundo lugar estão as despesas do PAC, que tiveram corte de 3,21 bilhões de reais, passando de 26,49 bilhões de reais para 23,28 bilhões de reais. Em fevereiro, os gastos com as obras do programa haviam sido reduzidos em 4,23 bilhões de reais.
Completam a lista dos cortes os ministérios da Defesa, que teve o limite de gastos não obrigatórios reduzido em 2,83 bilhões de reais, da Saúde (2,37 bilhões de reais), de Minas e Energia (2,15 bilhões de reais), da Ciência e Tecnologia (1 bilhão de reais), do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (852 milhões de reais) e da Fazenda (847 milhões de reais).
Proporcionalmente, os ministérios mais afetados foram o de Minas e Energia, que teve 60% de seu orçamento cortado, e a Secretaria de Aviação Civil, que perdeu 42% de sua verba.
Meta fiscal - Anunciado em 22 de março, o contingenciamento adicional foi necessário para fazer o governo cumprir a meta de superávit primário - economia para pagar os juros da dívida pública - de 24 bilhões de reais estipulada no Orçamento deste ano. Somado ao corte de 23,4 bilhões de reais anunciado em fevereiro, o bloqueio total de verbas chega a 44,6 bilhões de reais.
O secretário do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, disse na terça-feira que o contingenciamento valerá enquanto o governo não conseguir aprovar no Congresso o projeto que muda a meta fiscal deste ano de 24 bilhões de reais para 2,8 bilhões de reais, e permite uma série de abatimentos que podem resultar em um déficit fiscal de 96,6 bilhões de reais neste ano.

30 março 2016

Comida desperdiçada na América Latina reduziria 37% da fome no mundo Cerca de 348 mil toneladas de alimentos são perdidos por dia na região

Os alimentos desperdiçados na América Latina poderiam alimentar 37% da população que sofre de fome no mundo todo, advertiu nesta quarta-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Na região, se perdem ou desperdiçam até 348 mil toneladas de alimentos por dia, número que deverá ser reduzido à metade nos próximos 14 anos se a América Latina pretende alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), afirmou a FAO.
Os ODS são um conjunto de 17 objetivos e 169 metas destinados a resolver os problemas sociais, econômicos e ambientais que, segundo a ONU, afetarão o mundo no período entre 2015 e 2030. Um destes objetivos é exatamente reduzir pela metade, até 2030, o desperdício mundial de alimentos per capita, tanto na venda a varejo e entre consumidores como nas cadeias de produção e distribuição.
A FAO destacou que 36 milhões de pessoas na América Latina poderiam cobrir suas necessidades calóricas só com os alimentos perdidos nos pontos de venda direta aos consumidores. Isto representa um pouco mais do que a população do Peru e mais do que todas as pessoas que sofrem de fome na região.
Com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 2015 os governos da América Latina estabeleceram uma rede de especialistas para a prevenção e a redução das perdas e desperdícios de alimentos. Na Costa Rica e na República Dominicana foram criados Comitês Nacionais dedicados ao tema, e Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, São Vicente e Granadinas e Uruguai estão discutindo iniciativas semelhantes.
A luta contra o desperdício de alimentos também é parte do principal acordo de luta contra a fome na região, adotado pela Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e que considera a eliminação das perdas e do desperdício como uma condição fundamental para acabar com a fome até 2025.


Confira os prazos de desincompatibilização para quem vai ser candidato em 2016

CONFIRA OS PRAZOS DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO – candidato a Prefeito/Vice 

Dirigente de Associação de Direito Privado – Não se afasta
Dirigente de Conselho Comunitário – Não se afasta
Dirigente de Fundação vinculada a Partido Político – Não se afasta
Diretor de Jornal – Não se afasta
Funcionário da Caixa Econômica Federal e Estadual, Banco do Brasil, Banco Estadual – 3 meses
Funcionários de Autarquias e Fundações Públicas – 3 meses
Funcionário de Empresa Pública e de Economia Mista – 3 meses
Funcionário de Companhia Telefônica, Energética, de Saneamento, mesmo privatizadas – 3 meses
Funcionário Público – efetivo ou não – 3 meses
Jornalista – imprensa escrita – Não se afasta
Magistrado – 6 meses
Médico – Hospital Público, Posto de Saúde, SUS, etc. – 3 meses
Militar – Afastado ou agregado, a partir da escolha em convenção
Policial Civil – 3 meses
Policial Militar – Afastado ou agregado, desde a convenção
Policial Militar em Comando – 4 meses ou regra supra
Prefeito – reeleição – Não se afasta
Presidente de Entidade Patronal de Classe – 4 meses
Presidente da Câmara Municipal – Não se afasta. Não pode substituir o Prefeito nos 6 meses que antecedem o pleito
Presidente do Conselho Municipal da Criança – Não se afasta
Presidente de Partido Político – Não se afasta
Presidente e Membros da OAB, CRM, etc, Conselho e Subseções – 4 meses
Presidente e Membros do CREA – 6 meses
Professor da Rede Privada – Não se afasta
Professor da Rede Pública – 3 meses
Professor Universitário – Privada – Não se afasta
Professor Universitário – Pública – 3 meses
Promotor Público – 6 meses
Radialista, apresentador, comentarista de Rádio e TV – Afastam-se a partir do registro da candidatura – Lei 9.504/97 art. 45, VI
Reitor de Universidade Pública – 4 meses
Secretário Municipal / Estadual – 4 meses
Ministro de Estado – 4 meses
Serventuário de Cartório Extra Judicial – Não se afasta
Servidor Público Efetivo ou com cargo comissionado – 3 meses
Servidor Público para concorrer em outro município – Não se afasta
Vice-Prefeito – Não se afasta. Não pode substituir o Prefeito nos 6 meses que antecedem o pleito

OBS: O vice-preito candidato a prefeito não necessita afastar-se. Se assumir o cargo nos seis meses anteriores ao pleito, será considerado candidato à reeleição.

CONFIRA OS PRAZOS DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO – candidato a Vereador 

Dirigente de Associação de Direito Privado – Não se afasta
Dirigente de Conselho Comunitário – Não se afasta
Dirigente de Fundação vinculada a Partido Político – Não se afasta
Diretor de Jornal – Não se afasta
Funcionário da Caixa Econômica Federal e Estadual, Banco do Brasil, Banco Estadual – 3 meses
Funcionários de Autarquias e Fundações Públicas – 3 meses
Funcionário de Empresa Pública e de Economia Mista – 3 meses
Funcionário de Companhia Telefônica, Energética, de Saneamento, mesmo privatizadas – 3 meses
Funcionário Público – efetivo ou não – 3 meses
Jornalista – imprensa escrita – Não se afasta
Magistrado – 6 meses
Médico – Hospital Público, Posto de Saúde, SUS, etc. – 3 meses
Militar – Afastado ou agregado, a partir da escolha em convenção
Policial Civil – 3 meses
Policial Militar – Afastado ou agregado, desde a convenção
Policial Militar em Comando – 6 meses ou regra supra
Presidente de Entidade Patronal de Classe – 4 meses
Presidente da Câmara Municipal – Não se afasta. Não pode substituir o Prefeito nos 6 meses que antecedem o pleito
Presidente do Conselho Municipal da Criança – Não se afasta
Presidente de Partido Político – Não se afasta
Presidente e Membros da OAB, CRM, etc, Conselho e Subseções – 4 meses
Presidente e Membros do CREA – 6 meses
Professor da Rede Privada – Não se afasta
Professor da Rede Pública – 3 meses
Professor Universitário – Privada – Não se afasta
Professor Universitário – Pública – 3 meses
Promotor Público – 6 meses
Radialista, apresentador, comentarista de Rádio e TV – Afastam-se a partir do registro da candidatura – Lei 9.504/97 art. 45, VI
Reitor de Universidade Pública – 6 meses
Secretário Municipal / Estadual – 6 meses
Ministro de Estado – 6 meses
Serventuário de Cartório Extra Judicial – Não se afasta
Servidor Público Efetivo ou com cargo comissionado – 3 meses
Servidor Público para concorrer em outro município – Não se afasta
Vice-Prefeito – Não se afasta. Não pode substituir o Prefeito nos 6 meses que antecedem o pleito 

( Fonte http://www.jotalourenco.com/2016/03/confira-os-prazos-de.html )

ASSÚ: VEREADORES DA OPOSIÇÃO ACIONAM MPF E MPRN SOLICITANDO INFORMAÇÕES SOBRE RECURSOS FEDERAIS E ESTADUAIS DESTINADOS AO MUNICÍPIO

edis
Um grupo de vereadores oposicionista de Assú formado pelos parlamentares, Arnóbio Júnior, Wedson Nazareno, Francisco Souto (o Tê) e João Paulo Primeiro,  estiveram, hoje, no Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual com sedes em Assu, no intuito colher informações sobre o processo 1.28.100.000098-2011-00, referente aos recursos destinados ao Município de Assu, em situação emergencial de enchentes e processo referente a contratação de empresa de serviços limpeza urbana, o famoso “Contrato do Lixo”.
A informação consta no blog ‘De olho no Assú’, com matéria postada na tarde de hoje (30).
O blog observa que os vereadores agendaram reunião com o Promotor do Ministério Público Federal, para o dia 06 de abril, quarta-feira, às 11h.


Igreja faz mutirão e reforma posto de saúde

O descaso público com a saúde incomoda os brasileiros de Norte a Sul do país. Em Jaci-Paraná, em Rondônia, a Igreja Adventista do Sétimo Dia resolveu realizar um mutirão para fazer os pequenos reparos que o posto de saúde precisava.
A igreja resolveu agir depois que o pedido da população foi ignorado pela prefeitura. Juntando os fiéis, foi possível realizar serviços como pintura e outras ações para melhorar o espaço de atendimento médico.
Os recursos para a obra também foram levantados pela igreja, o pastor Ivancy Araújo esteve coordenando a ação para suprir a necessidade dos moradores da região.

( Fonte https://kezitadotco.wordpress.com/ )

José Agripino avalia que impeachment é melhor saída para as crises política e econômica

O senador José Agripino (DEM-RN) alertou para os graves problemas econômicos do país e o perigo do “esgarçamento” do tecido social, frisando que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é o único caminho para a salvação nacional. Agripino prevê, porém, que um eventual governo de Michel Temer enfrentará grandes dificuldades e a classe política terá o dever de deixar o futuro presidente à vontade para formar seu governo com as “melhores cabeças”.
“Haverá problemas em todas as pastas. Haverá necessidade de competência de ministros e capacidade dos ministros de exercer interlocução com a sociedade, com os diversos segmentos da sociedade, para que o governo seja entendido. Nos espera uma quadra dificílima. Que ninguém espere que, para construir esse omelete, não se tenha que se quebrar alguns ovos”, disse ele.
Publicado por Robson Pires


Na comissão do impeachment, juristas acusam Dilma: ‘Sobram crimes de responsabilidade’

Em sessão tumultuada, os juristas que apresentaram denúncia contra a presidente Dilma Rousseff prestaram depoimento nesta quarta-feira à comissão do impeachment. Aos deputados, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior e a advogada Janaína Paschoal acusaram a presidente da República de recorrer a expedientes que configuram tanto o crime de responsabilidade quanto crimes comuns ao maquiar os cofres públicos e fazer promessas durante a campanha eleitoral que, por causa do déficit fiscal, não poderiam ser cumpridas. "Crime não é apenas pôr a mão no bolso do outro e tirar dinheiro. Crime também é eliminar as condições desse país de ter desenvolvimento, cuja base é a responsabilidade fiscal", disse Reale Júnior.
Os juristas são autores da denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma. O fundador do PT, Hélio Bicudo, também assina o documento. Ele não compareceu à sessão nesta quarta, mas esteve representado por sua filha, Maria Lúcia.
Os autores da ação acusam a presidente de infringir a lei brasileira em ao menos três momentos: na prática das chamadas pedaladas fiscais, já condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na edição de decretos financeiros sem a autorização do Congresso, o que é proibido, e no comportamento "omisso-doloso" de Dilma no episódio do escândalo do petrolão. "Eu tenho visto várias frases que dizem que impeachment sem crime é golpe. Essa frase é verdade. A questão é que estamos diante de um quadro que sobram crimes de responsabilidade", afirmou a advogada Janaína Paschoal.
"Foi necessário baixar decretos não autorizados, abrindo credito não autorizado, quando se sabia que o superávit não era real. Foi necessário lançar mão de pedaladas fiscais porque do outro lado estava acontecendo uma sangria. Isso tudo é um conjunto de uma mesma situação que, ao meu ver como eleitora, como cidadã brasileira, mostra que nós fomos vítimas de um golpe. Para mim, vítima de golpe fomos nós", continuou Paschoal.
De forma didática, Reale Júnior comparou as maquiagens feitas no orçamento a um cheque especial. "As pedaladas fiscais se constituíram num expediente malicioso por via do qual foi escondido o déficit fiscal que transformaram despesa em superávit. Falseou-se o superávit primário, falseou-se a existência de uma capacidade fiscal que o país não tinha", disse o ex-ministro da Justiça. "É tal como um cheque especial: jogou-se para frente uma imensa dívida que só com relação às pedaladas fiscais alcançou 40 bilhões de reais. Essas dívidas não foram registradas. Isso constitui crime de falsidade ideológica, que é omitir declaração juridicamente importante", continuou, reforçando que a prática continuou acontecendo em 2015, ou seja, no atual mandato de Dilma.
"O que aconteceu é que de repente percebeu-se que o Estado estava falido. E a consequência foi emissão de títulos e aumento dos juros que tinham sido artificialmente reduzidos. Esse aumento levou a um processo inflacionário, a uma redução da atividade econômica, e o que é pior de tudo, levou à expectativa de mudança (...) à perda da confiança e da credibilidade. Sequestraram a nossa esperança", continuou Reale Júnior.
Ao fim das explanações, os juristas foram aplaudidos de pé por deputados pró-impeachment. Eles ergueram, ainda, cartões vermelhos que carregavam a frase "impeachment já". Parlamentares governistas, por outro lado, acusaram os autores de denúncia de transformarem a comissão em um comício político.
Nesta quinta-feira, será a vez de depoentes ligados ao governo prestarem esclarecimentos. Participarão da comissão o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ricardo Lodi Ribeiro.


Tarde de chuva fina em Assú

A temperatura oscilando entre 28 e 32 graus trouxe chuva na tarde desta quarta-feira, dia 30 de março em Assú. Foi fina. Em alguns pontos da cidade 14 milímetros e em outros um pouquinho mais segundo medições de pluviômetros particulares. Mas como sempre trouxe alegria e esperança de mais chuvas para os próximos dias.
A comunidade aproveitou para divulgar imagens mostrando como estavam alguns pontos da cidade durante a chuva. Recebemos essas fotos de Wyllame Dantas, Cleidinha Silva, Josiano Lyra e Emilly Lopes.

Fonte: www.assurn.com.br

O vice prefeito de Assu, Eurimar Nóbrega do PMDB, participou do programa panorama do vale

O vice prefeito de Assu, Eurimar Nóbrega do PMDB, participou do programa panorama do vale, na rádio princesa do vale. Contou um pouco da história política do partido no Brasil, no estado e no nosso município, também fez uma prestação de contas das obras trazidas pelo PMDB pra nossa cidade. Durante o programa um ouvinte o perguntou porque o deputado George Soares, não dava oportunidade pra ele ou outra pessoa ser candidato a prefeito do Assu, o mesmo respondeu com a seguinte resposta: pra repor a verdade, o deputado me fez o convite pra ser candidaro.