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| Imagem: Reprodução |
A presença de municípios do litoral e do interior reflete a abrangência da pesca artesanal no RN, atividade que sustenta famílias tanto nas comunidades costeiras quanto nas que vivem da pesca em rios, açudes e barragens.
O setor tem recebido novos investimentos do Governo Federal. Em março deste ano, o Ministério da Pesca e Aquicultura lançou, em Natal, o programa Maré de Transformação, com investimento de R$ 3,2 milhões e expectativa de beneficiar cerca de 4,5 mil pessoas no Rio Grande do Norte. Executada em parceria com o IFRN, a iniciativa reúne ações de fortalecimento da pesca artesanal, expansão da aquicultura, formação e articulação das lideranças do setor.
No encontro com Samanda, os representantes apresentaram demandas enfrentadas por quem vive da pesca artesanal e defenderam a continuidade de políticas públicas voltadas à atividade, com acesso a investimentos, estrutura para produção e comercialização e garantia de direitos aos trabalhadores.
“Quero ser uma voz ativa da pesca artesanal em Brasília. E isso vai muito além da destinação de emendas. É defender os pescadores e pescadoras junto ao Governo Federal e aos ministérios, participar das articulações que envolvem o setor e apresentar propostas no Senado que garantam direitos e melhores condições para quem vive da pesca. Essa categoria precisa ter quem conheça suas demandas e esteja presente onde as decisões são tomadas”, afirmou Samanda.


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