Marinho afirmou que, embora a composição esteja praticamente desenhada, o anúncio oficial só será feito no primeiro trimestre de 2025. A decisão, segundo ele, atende à necessidade de manter margem de negociação com outras siglas e lideranças que ainda podem integrar o projeto. O senador explicou que fechar a chapa neste momento reduziria a flexibilidade do grupo para ampliar alianças.
Ao detalhar o arranjo político, Marinho foi direto ao destacar o papel de cada nome. Ele disse que Styvenson é o candidato ao Senado já consolidado dentro do bloco e que Álvaro Dias, ex-prefeito de Natal, também deve compor a chapa majoritária, igualmente disputando vaga no Senado. Marinho reforçou que caberá a ele a missão de encabeçar o projeto como pré-candidato ao governo.
Apesar das definições centrais, o senador afirmou que ainda há espaço para novos partidos se somarem ao projeto, o que reforça o motivo do adiamento da formalização. Ele citou a possibilidade de incluir outras forças políticas, desde que alinhadas ao diagnóstico e às propostas defendidas por seu grupo para o Rio Grande do Norte.
Na entrevista, Marinho também comentou a situação do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. Ele afirmou que a aproximação é inviável devido à aliança do gestor com a senadora Zenaide Maia, cujas posições no Congresso divergem do campo político que ele pretende liderar.


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