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| Imagem: Reprodução |
Dados divulgados pelo Tesouro Nacional apontam que a carga tributária brasileira atingiu 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, configurando o maior nível desde o início da série histórica em 2010. O índice representa um crescimento de 0,18 ponto percentual em relação a 2024.
De acordo com os dados oficiais, o aumento foi impulsionado principalmente pela elevação da arrecadação federal, especialmente por meio do Imposto de Renda retido na fonte e contribuições previdenciárias, refletindo o crescimento do emprego formal e da massa salarial.
Para o parlamentar, o tema exige atenção especial, principalmente em estados como o Rio Grande do Norte, onde setores como comércio, turismo e serviços têm grande peso na economia.
Segundo Luiz Eduardo, o crescimento da carga tributária pode impactar diretamente o ambiente de negócios, reduzir o consumo e dificultar novos investimentos.
O deputado também defende que o país precisa avançar no debate sobre eficiência administrativa e equilíbrio fiscal, buscando alternativas que permitam estimular o crescimento econômico sem ampliar excessivamente o peso dos tributos sobre a população e o setor produtivo.
O pronunciamento oficial do parlamentar sobre o tema deverá ocorrer nos próximos dias, na tribuna da Assembleia Legislativa, dentro das discussões sobre economia e desenvolvimento.


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