O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro deu parecer contrário a um pedido feito pelo escritório do criminalista Nilo Batista, em nome da Petrobras, para atuar como assistente da acusação em um desdobramento da Lava-Jato.
Trata-se de uma ação aberta em decorrência da delação do executivo Julio Faerman, ex-diretor da holandesa SBM.
O Ministério Público apontou “evidente conivência ou conflito” ao recusar a inclusão do escritório de Batista na causa, pelo fato de ele ser defensor do ex-presidente Lula na operação.
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