Em seu pronunciamento, o legislador associou a mudança ao que denominou como "marxismo", argumentando que tais correntes ideológicas buscam neutralizar tradições fundamentais da sociedade. Azevedo evocou o legado do Papa João Paulo II, citando-o como um defensor da família que combateu ideologias materialistas. O deputado também ressaltou a importância da fé e da tradição católica no Rio Grande do Norte, mencionando a Festa de Santana como um pilar cultural de Caicó.
Para o representante potiguar, a celebração dessas datas nas escolas desempenha um papel pedagógico essencial ao ensinar valores como gratidão e respeito, além de fortalecer os vínculos afetivos dos alunos. "A escola, além de ensinar conteúdos, também forma pessoas. Celebrar o Dia das Mães e dos Pais é uma oportunidade de reconhecer o papel de quem cuida, educa, protege e orienta", afirmou Azevedo, destacando que esses momentos criam referências emocionais positivas para as crianças.
Embora a adoção do "Dia da Família" por algumas instituições de ensino no Brasil tenha como justificativa a inclusão de diversos arranjos familiares e o acolhimento de alunos sem a presença de um dos pais, Coronel Azevedo refutou a alteração, apelando para que as famílias não aceitem o que chamou de "imposição ideológica". O parlamentar encerrou sua fala pedindo a preservação dos laços tradicionais e a valorização das datas que, segundo ele, são "simples, humanas e profundamente positivas".


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