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| Imagem: Reprodução |
O parlamentar demonstrou preocupação com a situação de rodovias estaduais que, mesmo após passarem recentemente por recuperação, já apresentam sinais de deterioração. Nelter citou problemas registrados na RN-118, no trecho entre Caicó e Jucurutu, onde já são observados buracos e erosões na pista.
“Faço um alerta para que o Governo fiscalize essas estradas. Não adianta recuperar hoje e amanhã a rodovia já estar comprometida novamente. O povo merece obras de qualidade e manutenção permanente”, afirmou.
Além disso, o deputado cobrou a recuperação urgente da RN-120, no trecho entre os municípios de Senador Elói de Souza e São Paulo do Potengi, importante via de acesso ao Hospital Regional Monsenhor Expedito Sobral de Medeiros.
Segundo Nelter, a ausência de manutenção contínua, somada ao intenso tráfego de veículos pesados, contribui diretamente para o desgaste precoce das estradas estaduais. O parlamentar defendeu que o Governo firme contratos permanentes de conservação e monitoramento das rodovias para evitar novos prejuízos à população.
SEGURANÇA HÍDRICA E APOIO AO CAMPO
Durante o pronunciamento, Nelter Queiroz também reforçou a necessidade de investimentos em infraestrutura hídrica no Seridó, destacando a urgência de projetos que garantam o abastecimento do Açude Itans, em Caicó.
O deputado ressaltou a importância histórica e econômica do reservatório para a região e defendeu que o Estado avance na elaboração de soluções definitivas para assegurar volume hídrico ao manancial.
“Precisamos pensar o Seridó de forma estratégica. Água é desenvolvimento, é dignidade e é sobrevivência para o nosso povo”, destacou.
Ainda em sua fala, Nelter informou ter encaminhado requerimento ao Senado Federal cobrando celeridade na aprovação do Projeto de Lei nº 5.122/2023, já aprovado pela Câmara dos Deputados, que prevê refinanciamento de dívidas de produtores rurais com recursos do Fundo Social do pré-sal.
O parlamentar destacou que a medida será fundamental para socorrer agricultores e pecuaristas que enfrentam dificuldades provocadas por secas, perdas de produção, juros elevados e instabilidade econômica.
“É preciso olhar para quem produz, gera emprego e movimenta a economia do nosso Estado. O homem e a mulher do campo precisam de apoio e não podem continuar pagando sozinhos essa conta”, concluiu.


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