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| Imagem: Reprodução |
Para encobrir fraudes, o alto escalão da prefeitura na gestão Sael Melo forjou atas de licitações. O objetivo? Simular a regularidade de contratos milionários com a empresa "Deus É Amor", que pertencia ocultamente ao próprio Controlador-Geral do Município. O esquema operava nas sombras, até que a ganância esbarrou na incompetência.
O plano ruiu por um detalhe digno de cinema: os criminosos inseriram em documentos de 2018 e 2019 o nome de uma empresa que só passou a existir em maio de 2020. Esse erro cronológico grotesco escancarou a fraude para o Ministério Público. A tentativa de enganar a justiça foi o gatilho para a queda do grupo.
Foram exatamente R$ 2,3 milhões de reais desviados, 87 pagamentos ilícitos por serviços fantasmas. Dinheiro da população escoando pelo ralo. Agora, com ações penais e de improbidade administrativa, a justiça aperta o cerco. O escândalo “Terceiro Mandamento” do ex-prefeito Sael Melo em Porto do Mangue deixa um aviso claro: a impunidade tem prazo de validade e a verdade sempre deixa rastros.
Ação Civil de Improbidade Administrativa.


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