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| Imagem: Reprodução |
Apenas no RN, a Receita Federal estima receber cerca de 444,498 em 2026. Até esta segunda-feira, cerca de 272 mil documentos foram enviados, o equivalente a 61% do total esperado. Segundo a presidente do CRCRN, a contadora Radna Rocha, a reta final costuma concentrar os principais problemas enfrentados pelos contribuintes.
“Quando a declaração é feita às pressas, aumentam as chances de esquecer documentos, informar valores incorretos ou cometer inconsistências que podem levar à malha fina. O ideal é que o potiguar reúna toda a documentação e revise os dados antes do envio”, orienta.
Principais erros continuam levando à malha fina
Entre os erros mais frequentes estão:
- omissão de rendimentos;
- inconsistências em despesas médicas;
- divergências em informações de dependentes;
- erros em dados bancários;
- ausência de rendimentos extras, como aluguel, investimentos e trabalhos autônomos.
Com o cruzamento eletrônico de dados cada vez mais avançado, inconsistências são rapidamente identificadas pela Receita Federal.
O contribuinte obrigado a declarar e que perder o prazo está sujeito à multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto devido.
Além disso, a ausência da declaração pode gerar pendências no CPF e dificultar financiamentos, emissão de passaporte, obtenção de crédito e outras operações financeiras.
Apoio profissional reduz riscos
Diante da reta final do IRPF, o CRCRN recomenda que os contribuintes busquem apoio profissional para evitar problemas futuros.
“O contador ajuda a identificar inconsistências, orientar sobre deduções permitidas e garantir mais segurança no envio da declaração. Muitas vezes, uma revisão técnica evita dores de cabeça futuras”, destaca a presidente.
O Conselho reforça que organização, revisão das informações e envio antecipado são as principais medidas para evitar problemas com a Receita Federal.


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