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| Imagem: Reprodução |
Samanda lamentou a rejeição de uma emenda de sua autoria que previa a gratuidade para mulheres vítimas de violência. Para a vereadora, a justificativa de ausência de impacto financeiro não se sustenta, especialmente diante de um projeto enviado em regime de urgência, sem o devido debate com a sociedade e o Legislativo.
A parlamentar também apontou contradições na condução da política tarifária do município. “Com uma mão, o prefeito anuncia uma possível gratuidade. Com a outra, aumenta a passagem”, criticou. Segundo ela, enquanto a tarifa pesa no bolso da população, a proposta aprovada não assegura, na prática, o acesso gratuito.
Outro ponto destacado por Samanda é que o projeto não garante a gratuidade aos domingos e feriados, deixando a medida como uma possibilidade, e não como um direito. “O que está sendo vendido como avanço pode, na prática, não se concretizar. É preciso transparência sobre o que está sendo aprovado”, afirmou.
A vereadora também relembrou que, no ano passado, apresentou emendas ao subsídio de R$ 70 milhões concedido ao sistema de transporte, condicionando o recurso a contrapartidas como a gratuidade aos domingos, proposta que foi rejeitada pela maioria da Câmara.
Por fim, Samanda defendeu o aprofundamento do debate sobre a tarifa zero no transporte público, pauta que ganha força em todo o país com apoio do governo Lula. Ela destacou a necessidade de tratar o transporte como um direito essencial. “A população não precisa de medidas pontuais ou compensatórias. Precisa de um sistema que funcione, com acesso garantido e qualidade. Transporte público deve ser direito, não privilégio”, concluiu.


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