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| Imagem: Reprodução |
O animal, apelidado de “Donald Trump”, seria sacrificado durante o Eid al-Adha — uma das maiores celebrações religiosas do calendário islâmico — mas acabou sendo salvo horas antes após a intervenção do governo de Bangladesh.
A fama do búfalo atraiu multidões curiosas, crianças e fãs das redes sociais, que lotaram a propriedade apenas para tirar fotos com o animal considerado raro. Diante da repercussão, autoridades decidiram transferi-lo para o zoológico nacional em Daca, onde receberá cuidados especiais e ficará protegido.
“Ele terá um espaço exclusivo e acompanhamento permanente”, informou a direção do zoológico.
O caso ganhou destaque internacional e transformou o búfalo albino em um símbolo inesperado de preservação animal e da força das redes sociais.
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