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| Imagem: Reprodução |
Pelo texto, essas unidades deverão contar com profissionais capacitados para entender e lidar corretamente com as necessidades de pessoas com TEA e outras deficiências, sensorial, intelectual, física e psicossocial, e estarão aptas a investigar desde violência física e psicológica até violação patrimonial ou institucional de direitos. O projeto também prevê acessibilidade completa no atendimento, com uso de tecnologia assistiva e intérpretes de Libras quando necessário, além de ações de conscientização e capacitação contínua dos servidores. A proposta não gera despesa imediata aos estados, que poderão adaptar estruturas já existentes de forma gradativa.
"Uma pessoa autista que sofre violência não pode enfrentar um atendimento despreparado, que a revitimiza. É preciso que o Estado esteja pronto para acolher com respeito e capacidade técnica quem mais precisa de proteção", afirma Robinson Faria.


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