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| Imagem: Reprodução |
Pelo texto aprovado, a emissão da carteira ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal da Igualdade Racial, Direitos Humanos, Diversidade, Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência (SEMIDH). O documento poderá ser emitido em formato digital, terá validade de cinco anos e dependerá da apresentação de laudo médico com indicação do respectivo Código Internacional de Doenças (CID).
A iniciativa busca reduzir constrangimentos enfrentados diariamente por pessoas com fibromialgia, uma condição crônica caracterizada por dores generalizadas, fadiga e outras limitações que, muitas vezes, não são perceptíveis visualmente, dificultando o reconhecimento da necessidade de atendimento prioritário.
Para a vereadora Camila Araújo, a aprovação representa um importante avanço na promoção da inclusão e do respeito às pessoas que convivem com a síndrome.
“A fibromialgia impõe desafios diários que nem sempre são visíveis. Essa carteira dará mais segurança, dignidade e facilitará o acesso aos direitos já garantidos a essas pessoas, reduzindo situações de constrangimento e promovendo mais respeito”, destacou a parlamentar.
Após a aprovação no Legislativo, o projeto segue para sanção do prefeito Paulinho Freire.


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