quinta-feira, agosto 29, 2019

ASSÚ: Secretária tratou de situação de arboviroses na Sesap e epidemia é descartada

Imagem: Assessoria

Com o objetivo de tratar de detalhes relativos aos indicadores de acometimento de arboviroses no município, com análise por sobre dados oficiais e busca de orientações técnicas e efetivas com referência ao tema, a secretária municipal de Saúde, Viviane Lima acompanhada da técnica da pasta, Irani Duarte, reuniu-se na última quarta-feira, dia 28, na capital do estado, com a titular da Subcoordenadoria de Vigilância em Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde Pública – SESAP, Alessandra Lucchesi.

A secretária relatou que diante da preocupação do governo municipal com informações infundadas e que aterrorizam a população assuense, disseminadas recentemente por pessoas sem compromisso com o povo, procurou reunir-se com a representante do órgão estadual com o intuito de se embasar oficialmente da situação. Alessandra Lucchesi descreveu que, até o presente momento, não há elementos comprobatórios para afirmar acerca de uma suposta epidemia das arboviroses na cidade de Assú. O que há de fato é um sinal de alerta.

Viviane Lima conta que foi feita uma análise pelo município através de estatística oficial do Ministério da Saúde e traçado um quadro comparativo com relação aos casos de dengue, correspondente aos últimos dez anos, com base em levantamento gráfico. “Em 2012, 2015 e 2016, os números foram infinitamente maiores, inclusive foi identificado muitas cidades no estado com números maiores que Assú, na atualidade, o que as tornam prioritárias até o presente”, constatou a secretária municipal de Saúde.

Na instância da 8ª Região de Saúde, jurisdição a qual pertence o Assú, considerando a incidência de dengue em investigação atualmente, o município ocuparia a quinta posição em número de casos, ficando com índices inferiores a cidades como Pendências, Angicos, Fernando Pedroza e Ipanguaçu. Sobre a ausência do Carro Fumacê, a subcoordenadora Alessandra Lucchesi esclareceu que “nenhuma cidade do estado tem acesso ao Carro Fumacê porque falta o inseticida no Brasil”.

Temos nota técnica oficial do Ministério da Saúde justificando a falta do veneno, além de alerta que não é orientada a compra de inseticidas por parte dos municípios, pois não oferecem segurança no seu uso e podem causar danos à saúde da população”, acrescentou, advertindo que essa atitude não é validada pela SESAP. “Portanto, a fala da subcoordenadora tranquiliza um pouco a população quanto à possibilidade de epidemia das arboviroses, que infelizmente acometem de vez em quando a população; porém pede que continuemos vigilantes e focados no trabalho de combate ao Aedes aegypti”, concluiu a secretária Viviane Lima.

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